"Penso, logo existo" já dizia o filósofo. O que move os nossos pensamentos? De onde vêm tantas ideias e reflexões? Parei uma noite para assistir um filme e depois de não conseguir dormir pensando nas cenas grotescas, irreais e horrendas (monstros, batalhas, futilidades) que me fizeram perder tanto tempo precioso. E ainda agora me pergunto por que o sobrenatural exerce tanto fascínio sobre o ser humano? Se eu que já tenho experiência fui enredada nas teias fascinantes da TV, imagino como é difícil para um adolescente fugir dessas garras.
A verdade é que nossos olhos, ouvidos, os sentidos de forma geral, são as janelas da nossa mente. É por meio deles que absorvermos tudo que nos rodeia, que construimos nossos alicerces intelectuais que se tornarão em palavras e depois em ações. E dessa máxima surge a pergunta inevitável: Com que estamos alimentando a nossa mente? Vejo crianças, adolescentes e jovens que perdem longas horas como telespectadores de "oficinas do mal". Exagero? Não, caro amigo (a)! Muito do que assistimos são verdadeiros laboratórios do que não edifica, não produz, não alimenta, não faz crescer.
Infelizmente, as séries intermináveis de mocinhas e heróis que lutam aparentemente pelo bem e amor, os livros do sobrenatural que batem recordes de vendas, as músicas inebriantes que grudam como chiclete são artifícios malignos que sutilmente têm nutrido a mente de milhões de pessoas com o jogo do tudo é permitido, defendendo em cada linha/cena lida ou vista que a liberdade e o prazer devem ser experimentados e vividos em todas as suas facetas, de que a verdade e a mentira são faces da mesma moeda. Misturando realidade e fantasia fazem com que mentes enfraquecidas e débeis acreditem que suas vidas podem ser o que as telas e as letras sugerem e impõem.
Não é difícil perceber esses comportamentos destrutivos na gama adolescente de hoje. Simplesmente se isolam, nada é tão bom para atraí-los quanto a vida irreal das séries, trazendo assim a depressão, a mutilação e em muitos casos o suicídio por se sentirem inaptos para a vida fora das telinhas. O que fazer? Como ajuda-los? Acredito que o Originador da Vida tem a resposta "Lembra-te do Teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venha os maus dias, e chegam os anos dos quais venhas dizer: Não tenho neles prazer" (Eclesiastes 12:1).
A fé fortalece, traz esperança, nos faz enxergar que há muito mais além do que nossos olhos conseguem vislumbrar. Anima-te, caro leitor! O Deus que tudo pode tem a solução para os nossos pensamentos! Quanto ao filme que mencionei no início, aprendi a lição, nunca mais...rsrs!
Lembra-te
também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os
maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles
contentamento;
Eclesiastes 12:1
Eclesiastes 12:1
Lembra-te
também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os
maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles
contentamento;
Eclesiastes 12:1
Eclesiastes 12:1
Lembra-te
também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os
maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles
contentamento;
Eclesiastes 12:1
Eclesiastes 12:1

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