quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Meus olhos...minha mente


"Penso, logo existo" já dizia o filósofo. O que move os nossos pensamentos? De onde vêm tantas ideias e reflexões? Parei uma noite para assistir um filme e depois  de não conseguir dormir pensando nas cenas grotescas, irreais e horrendas (monstros, batalhas, futilidades) que me  fizeram perder tanto tempo precioso. E ainda agora me pergunto por que o sobrenatural exerce tanto fascínio sobre o ser humano? Se eu que já tenho experiência fui enredada nas teias fascinantes da TV, imagino como é difícil para um adolescente fugir dessas garras. 

A verdade é que nossos olhos, ouvidos,  os sentidos de forma geral, são as janelas da nossa mente. É por meio deles que absorvermos tudo que nos rodeia, que construimos nossos alicerces intelectuais que se tornarão em palavras e depois em ações. E dessa máxima surge a pergunta inevitável: Com que estamos alimentando a nossa mente? Vejo crianças, adolescentes e jovens que perdem longas horas como telespectadores de "oficinas do mal". Exagero? Não, caro amigo (a)! Muito do que assistimos são verdadeiros laboratórios do que não edifica, não produz, não alimenta, não faz crescer.

Infelizmente, as séries intermináveis de mocinhas e heróis que lutam aparentemente pelo bem e amor, os livros do sobrenatural que batem recordes de vendas, as músicas inebriantes que grudam como chiclete são artifícios malignos que sutilmente têm nutrido a mente de milhões de pessoas com o jogo do tudo é permitido, defendendo em cada linha/cena lida ou vista que a liberdade e o prazer devem ser experimentados e vividos em todas as suas facetas, de que a verdade e a mentira são faces da mesma moeda. Misturando realidade e fantasia fazem com que mentes enfraquecidas e débeis acreditem que suas vidas podem ser o que as telas e as letras sugerem e impõem.

Não é difícil perceber esses comportamentos destrutivos na gama adolescente de hoje. Simplesmente se isolam, nada é tão bom para atraí-los quanto a vida irreal das séries, trazendo assim a depressão, a mutilação e em muitos casos o suicídio por se sentirem inaptos para a vida fora das telinhas. O que fazer? Como ajuda-los? Acredito que o Originador da Vida tem a resposta "Lembra-te do Teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venha os maus dias, e chegam os anos dos quais venhas dizer: Não tenho neles prazer" (Eclesiastes 12:1).

A fé fortalece, traz esperança, nos faz enxergar que há muito mais além do que nossos olhos conseguem vislumbrar. Anima-te, caro leitor! O Deus que tudo pode tem a solução para os nossos pensamentos! Quanto ao filme que mencionei no início, aprendi a lição, nunca mais...rsrs!
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;

Eclesiastes 12:1
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;

Eclesiastes 12:1
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;

Eclesiastes 12:1

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

DEVIA TER....PONDERAÇÕES DA MEIA IDADE

"Devia ter amado mais
Ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração."

Penso tantas coisas que queria ter sido, feito, sentido e vivido. Ao chegar a esse ponto da minha vida as ponderações sobre o que devia ter feito parecem inevitáveis. Ora ou outra as lembranças do que não vivi parecem atormentar a minha mente com uma estranha saudade. Às vezes, uso esses devaneios para fugir da realidade e acalentar as minhas horas de utopia com belas visões de um passado inexistente.

Pareço perturbada por usar esses subterfúgios? Tive uma existência medíocre? Não, meu amigo! Esse não é meu caso. Como você, até aqui tive uma vida carregada de momentos felizes e alguns nem tantos. Amei, sorri, batalhei, conquistei, chorei, cai e sobrevivi. Olho para trás e sinto que tudo valeu a pena, apesar dos pesares fui transformada na mulher forte, determinada, resiliente, perfeccionista, servil, justa, mas também impulsiva, melancólica, incompreendida que sou hoje.

Ao olhar essas quatro décadas de existência o sentimento que toma conta de mim,  pelo menos na maior parte do tempo, é GRATIDÃO. Gratidão ao Grande Pai pelo dom da vida, da saúde,  por ter uma vida espiritual forte, por formar uma família, por ter filhos saudáveis, por ter um trabalho, por poder fazer as pequenas coisas que me deixam feliz como costurar um vestido para minha filha, por poder dormir bem, por poder estar e contar com pessoas que me amam e que eu amo...são tantos motivos para agradecer que sobra pouco tempo para ponderar sobre o que poderia ter vivido...rsrs.

Sobre tudo que vivi até aqui a suma é: olho para o que foi bom e valorizo, quanto as coisas ruins que o passado as sepulte!!

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Hoje começo essa nova jornada. O que quero com isso? Não sei...quero simplesmente comunicar, conversar, contribuir de alguma forma para que um pouco de mim chegue a alguém que como eu vive os mesmos dilemas, as mesmas incertezas, as mesmas certezas, as mesmas alegrias... Utopia? Talvez, pois nenhuma vida é igual a outra; mas acredito que podemos de alguma forma influenciar, contagiar e fazer ver que de uma forma ou de outra podemos sim interagir e crescer com as experiências dos outros. É isso, espero com esse espaço entender melhor o meu mundo, crescer e me tornar alguém melhor!